terça-feira, 30 de junho de 2009
Respiração da Terra
Inspire...
Expanda a mente,
o coração
Expire...
Levite
Não imite
Respire...
Respeite seu limite
Acorde!
T E M P O
Contado em dias, horas, minutos, segundos...
Algum tempo passou desde a última postagem...
Alguém notou?...
- Não!!!
- Então não tem importância...
Foi apenas mais um tempo que passou... em branco.
Algum tempo passou desde a última postagem...
Alguém notou?...
- Não!!!
- Então não tem importância...
Foi apenas mais um tempo que passou... em branco.
quinta-feira, 18 de junho de 2009
Também Peço
Padre Fábio Melo, em seu livro "Quem me roubou de mim?", escreveu poemas para ilustrar seus textos... Nesse hoje, de pálido azul, e foscas cores, suas palavras iluminaram um pouco mais além do dia.
"De repente, fico rindo a toa,
sem saber por quê
"E vem a vontade de sonhar
de novo te encontrar..."
"De repente, não mais que de repente.."
Tudo se foi, outra vez.
Eu, hein!!!
* * * * * * *
Com vocês, Pe. Fábio Melo:
P E D I D O
Eu não quero que você seja eu
Eu já tenho a mim.
O que quero é que você chegue
Com seu poder de chegar
E de me devolver pra mim.
Que você chegue com seu dom
De também me fazer chegar
Perto de mim...
Pra me fazer ver o que sou e que só você viu.
Pra eu ser capaz de amar também
O que só você amou.
Eu não quero que você seja igual a mim.
Eu já tenho a mim.
Não quero construir uma casa de espelhos
Que multiplique minha imagem por
todos os cantos.
Quero apenas que você me reflita
Melhor do que julgo ser.
* * * * * * *
beija eu
"De repente, fico rindo a toa,
sem saber por quê
"E vem a vontade de sonhar
de novo te encontrar..."
"De repente, não mais que de repente.."
Tudo se foi, outra vez.
Eu, hein!!!
* * * * * * *
Com vocês, Pe. Fábio Melo:
P E D I D O
Eu não quero que você seja eu
Eu já tenho a mim.
O que quero é que você chegue
Com seu poder de chegar
E de me devolver pra mim.
Que você chegue com seu dom
De também me fazer chegar
Perto de mim...
Pra me fazer ver o que sou e que só você viu.
Pra eu ser capaz de amar também
O que só você amou.
Eu não quero que você seja igual a mim.
Eu já tenho a mim.
Não quero construir uma casa de espelhos
Que multiplique minha imagem por
todos os cantos.
Quero apenas que você me reflita
Melhor do que julgo ser.
* * * * * * *
beija eu
domingo, 14 de junho de 2009
Sinapse da Dor
sábado, 13 de junho de 2009
Vida & Carma
N - Theme of Tears
Recebi via email, uma matéria com o endereço
http://colunas.epoca.globo.com/pelomundo/2009/06/02/quanto-tempo-os-passageiros-sofreram-ate-morrer/
Fui lá dar uma olhadela... e fiquei lendo outras matérias. Numa delas, uma nota do blogueiro, me chamou a atenção: "uma mulher italiana que perdera o vôo fatídico morreu num acidente de carro na austria"... Não podia mesmo deixar de me chamar a atenção.
Nesses casos, penso sempre no que no espiritismo chamam de "carma coletivo". Tá, não sei se encaixa o tal carma coletivo... mas, para mim, essas mortes em grande número, sempre me remetem a um só pensamento: a forma de morrer escolhida... escolhida por quem??? por nós? pela trajetória que desenvolvemos na vida? ... ??? E ainda tem uma outra questão que me faço sempre:
- à forma escolhida, junta-se também o "Tempo" de vida que teremos (temos) que cumprir...???
Enfim, especulações a parte, essa vida é uma grande caixa de Pandora(1).... melhor não mexer se não se está a altura do conhecimento que se vai futricar = remexer
Mortes violentas...
A violência permeia o mundo-terra. e parece ser um dos fortes componentes em uso na criação da vida - aqui concebida como tal. - Um paradoxo, para seres que se alçam à imagem e semelhança de Deus?
Não!!???
Em penso em mergulhos em mares profundos...
Penso em portais...
Penso em VIDAS que ressurgem... em mundos menos violentos e banais.
Que assim seja! (pede meu coração)
_____________
(1) A caixa de Pandora é uma expressão muito utilizada quando se quer fazer referência a algo que gera curiosidade, mas que é melhor não ser estudada (revelada).
Fonte: http://www.brasilescola.com/filosofia/caixa-de-pandora.htm
Recebi via email, uma matéria com o endereço
http://colunas.epoca.globo.com/pelomundo/2009/06/02/quanto-tempo-os-passageiros-sofreram-ate-morrer/
Fui lá dar uma olhadela... e fiquei lendo outras matérias. Numa delas, uma nota do blogueiro, me chamou a atenção: "uma mulher italiana que perdera o vôo fatídico morreu num acidente de carro na austria"... Não podia mesmo deixar de me chamar a atenção.
Nesses casos, penso sempre no que no espiritismo chamam de "carma coletivo". Tá, não sei se encaixa o tal carma coletivo... mas, para mim, essas mortes em grande número, sempre me remetem a um só pensamento: a forma de morrer escolhida... escolhida por quem??? por nós? pela trajetória que desenvolvemos na vida? ... ??? E ainda tem uma outra questão que me faço sempre:
- à forma escolhida, junta-se também o "Tempo" de vida que teremos (temos) que cumprir...???
Enfim, especulações a parte, essa vida é uma grande caixa de Pandora(1).... melhor não mexer se não se está a altura do conhecimento que se vai futricar = remexer
Mortes violentas...
A violência permeia o mundo-terra. e parece ser um dos fortes componentes em uso na criação da vida - aqui concebida como tal. - Um paradoxo, para seres que se alçam à imagem e semelhança de Deus?
Não!!???
Em penso em mergulhos em mares profundos...
Penso em portais...
Penso em VIDAS que ressurgem... em mundos menos violentos e banais.
Que assim seja! (pede meu coração)
_____________
(1) A caixa de Pandora é uma expressão muito utilizada quando se quer fazer referência a algo que gera curiosidade, mas que é melhor não ser estudada (revelada).
Fonte: http://www.brasilescola.com/filosofia/caixa-de-pandora.htm
domingo, 7 de junho de 2009
Alhos & Bugalhos
A vida é repleta de possibilidades. Cada escolha determina um resultado - o efeito borboleta em ação...
Atos e pensamentos bons e ruins, bonitos e feios são cultivados e plantados )a todo momento na vida
- Estarão TODOS os resultados que conseguimos obter da vida, imbrincados nesses atos?
- Somos realmente nós que determinamos o que nos acontece?
- Pode essa repercussão demorar séculos (literalmente)? ou tudo fica no aqui e agora mesmo? (pois que graça teria "essa resposta tão tardia, cuja "lembrança está apagada no tempo? ou teria, se afinal somos "imortais", e a VIDA é longo processo, a se perder no infinito? quem sabe...)
Sem dúvida, na vida, atitudes e escolhas, são mesmo a nossa proteção ou desgraça, mas, como controlar situações aquém de nós - não planejadas, projetadas, sequer pensadas... - ou seremos responsáveis também pelo que não pudemos pe(n)sar em nossas medianas vidas?
Ô vida complicada? Opps, ou será que nós é que a complicamos...?

Mea culpa
No culpa
Desculpas
Esfarrapadas,
talvez,
de nada me sirvam...
Atos e pensamentos bons e ruins, bonitos e feios são cultivados e plantados )a todo momento na vida
- Estarão TODOS os resultados que conseguimos obter da vida, imbrincados nesses atos?
- Somos realmente nós que determinamos o que nos acontece?
- Pode essa repercussão demorar séculos (literalmente)? ou tudo fica no aqui e agora mesmo? (pois que graça teria "essa resposta tão tardia, cuja "lembrança está apagada no tempo? ou teria, se afinal somos "imortais", e a VIDA é longo processo, a se perder no infinito? quem sabe...)
Sem dúvida, na vida, atitudes e escolhas, são mesmo a nossa proteção ou desgraça, mas, como controlar situações aquém de nós - não planejadas, projetadas, sequer pensadas... - ou seremos responsáveis também pelo que não pudemos pe(n)sar em nossas medianas vidas?
Ô vida complicada? Opps, ou será que nós é que a complicamos...?

Mea culpa
No culpa
Desculpas
Esfarrapadas,
talvez,
de nada me sirvam...
sábado, 6 de junho de 2009
Humanidade!!... Pois, sim!
Era uma vez uma Humanidade...
Aqueles seres pretendiam desvelar o segredo da VIDA e, todavia, não hesitavam em abortá-la.
Aqueles seres lançaram-se à conquista do futuro e, todavia, ignoravam sua origem.
Aqueles seres estudaram DEUS e, todavia, ignoravam tudo sobre si mesmos.
Aqueles seres praticavam o luxo da "liberdade" própria, escravizando os demais.
Aqueles seres levantavam catedrais e, todavia, arruinavam o próprio coração.
Aqueles homens acreditavam nas idéias e, todavia, duvidavam dos homens.
Aqueles seres conheceram DEUS e, todavia, continuaram chantageando-o.
Aqueles seres protegiam as baleias e, todavia, armavam-se com mísseis.
Aqueles seres chamavam a si próprios de FILHOS DE DEUS e, todavia, continuavam a ter medo da morte.
Aqueles seres conquistaram as estrelas e, todavia, arrasaram seu planeta.
Aqueles seres, enfim, teciam grandes elogios ao exterior do cálice sem entender que quem fez o exterior também é o autor do interior.
“A Outra Margem” – J. J. Benitez
Aqueles seres pretendiam desvelar o segredo da VIDA e, todavia, não hesitavam em abortá-la.
Aqueles seres lançaram-se à conquista do futuro e, todavia, ignoravam sua origem.
Aqueles seres estudaram DEUS e, todavia, ignoravam tudo sobre si mesmos.
Aqueles seres praticavam o luxo da "liberdade" própria, escravizando os demais.
Aqueles seres levantavam catedrais e, todavia, arruinavam o próprio coração.
Aqueles homens acreditavam nas idéias e, todavia, duvidavam dos homens.
Aqueles seres conheceram DEUS e, todavia, continuaram chantageando-o.
Aqueles seres protegiam as baleias e, todavia, armavam-se com mísseis.
Aqueles seres chamavam a si próprios de FILHOS DE DEUS e, todavia, continuavam a ter medo da morte.
Aqueles seres conquistaram as estrelas e, todavia, arrasaram seu planeta.
Aqueles seres, enfim, teciam grandes elogios ao exterior do cálice sem entender que quem fez o exterior também é o autor do interior.
“A Outra Margem” – J. J. Benitez
terça-feira, 2 de junho de 2009
Nova Vida
Vamos nos ouvir???...
Ainda esse fim de semana, li uma frase que me deixou a pensar. Não lembro da frase em si, mas do que "me disse" a mesma.
Algo como "ei, e você, está se ouvindo?"
Ouvimos tantos os outros. E criticamos um monte outros tantos desafetos. Tudo sem nos ouvirmos. E se nos ouvíssemos, o que ouviríamos?
Anna Sharp, foi mesmo muito feliz em seu livro, quando nos diz (ouçamos):
O estresse, a sociedade consumista que criamos, a necessidade de sobrevivência cada vez mais difícil para todos, não nos dão espaço para reflexão; repetimos automaticamente verdades sem nos determos por um minuto sequer no que estamos falando ou “nos falando”.
E da mesma forma somos ouvidos e ouvimos.
Cada vez mais ansiosos com as urgentes atividades do dia-a-dia, vamos pouco a pouco nos desligando e nos afastando mais e mais de nossos pensamentos reais e de nossas emoções verdadeiras e profundas.
Estamos nos tornando cada vez mais robotizados e automatizados, querendo sempre consertar o que está fora e, sobretudo, acusando o outro, nos fixando em condições externas, em vez de olharmos para dentro ou pelo menos nos darmos segundos de reflexão para vermos nossas ações ou mesmo para ouvir o que falamos.
Pérolas de sabedoria saem da nossa boca diariamente de forma impensada e mecânica.
Bastaria que parássemos para nos ouvir e consertaríamos nossa vida, resolvendo problemas insolúveis que nos atormentam.
A grande dificuldade é transformar o que sabemos em compreensão, ou seja, unir o saber ao sentir e levar à prática que é o catalisador necessário, pois sem a ação o conceito perde-se no turbilhão da rotina que nos envolve e adormece.
Vamos nos lembrar disso. E ouvir mais, as outras pessoas e a nós mesmos...
Fonte: SHARP, Anna. A magia do caminho real. 7. ed. Rio de Janeiro: Record : Rosa dos Tempos, 1998
Algo como "ei, e você, está se ouvindo?"
Ouvimos tantos os outros. E criticamos um monte outros tantos desafetos. Tudo sem nos ouvirmos. E se nos ouvíssemos, o que ouviríamos?
Anna Sharp, foi mesmo muito feliz em seu livro, quando nos diz (ouçamos):
O estresse, a sociedade consumista que criamos, a necessidade de sobrevivência cada vez mais difícil para todos, não nos dão espaço para reflexão; repetimos automaticamente verdades sem nos determos por um minuto sequer no que estamos falando ou “nos falando”.
E da mesma forma somos ouvidos e ouvimos.
Cada vez mais ansiosos com as urgentes atividades do dia-a-dia, vamos pouco a pouco nos desligando e nos afastando mais e mais de nossos pensamentos reais e de nossas emoções verdadeiras e profundas.
Estamos nos tornando cada vez mais robotizados e automatizados, querendo sempre consertar o que está fora e, sobretudo, acusando o outro, nos fixando em condições externas, em vez de olharmos para dentro ou pelo menos nos darmos segundos de reflexão para vermos nossas ações ou mesmo para ouvir o que falamos.
Pérolas de sabedoria saem da nossa boca diariamente de forma impensada e mecânica.
Bastaria que parássemos para nos ouvir e consertaríamos nossa vida, resolvendo problemas insolúveis que nos atormentam.
A grande dificuldade é transformar o que sabemos em compreensão, ou seja, unir o saber ao sentir e levar à prática que é o catalisador necessário, pois sem a ação o conceito perde-se no turbilhão da rotina que nos envolve e adormece.
Vamos nos lembrar disso. E ouvir mais, as outras pessoas e a nós mesmos...
Fonte: SHARP, Anna. A magia do caminho real. 7. ed. Rio de Janeiro: Record : Rosa dos Tempos, 1998
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