Alma digital, essa minha
a que escreve, a que pensa leve
e desaparece,
aos queixumes de sua morada:
o corpo, sua prisão temporária
Alma digital, minha ilusão
a que sonha espaços infinitos
e se frustra em sua redoma
cercada de dias azuis
Alma digital, doce infante
eterna e peregrina,
olha o universo que habita,
e se imagina sempre
cheia de bençãos e de luz!
quinta-feira, 16 de julho de 2009
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