"Chega um momento na vida de cada pessoa em que ela precisa decidir se vai buscar o que quer para si mesma ou seguir o que os outros querem."
(Chris Widener - O anjo interior)
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Autoajuda... É o que dizem, pelo menos, desses livros que nos incitam a ir à luta na vida, afirmando o óbvio que não conseguimos enxergar - ou enxergamos mas não nos animamos a ser força contrária: dá muito trabalho.
Reconstruir-se dá muito trabalho mesmo. E haja força - de vontade, para acompanhar teoria à prática-praticável-persistente, à mudanças de hábitos e de pensamentos. Ufs! Só de pensar, não dá vontade de desistir? É tão mais fácil acionar o controle remoto - do sofá então, é uma maravilha!
MAS (pequena-grande-palavra essa), a autoajuda só adianta mesmo para quem repensa a vida pós leitura. Ou melhor, para quem faz constantes releituras de seus atos, de suas palavras, de seus pensamentos. Algo tão difícil, como atingir a marca do veloz atleta Usain Bolt... assim, de uma "leitura só" (de uma só tacada, impossível a empreitada mesmo).
Enquanto, queremos, tentamos, desistimos, nos encantamos, e já esquecemos em seguida... o filão cresce e aparece. Ideias ditas inovadoras, ou que assim se revestem, na maioria das vezes, são apenas lugares-comuns - tem muita pedra falsa nesse enorme garimpo.
De qualquer forma, entretanto, todos os escritos desse teor, encontram seu destino. Encontram seu público. Alcançam sua finalidade: trazer, ainda que por instantes, o brilho de uma luz no fim do túnel para quem está se sentindo perdido por algum motivo.
- E não é essa a intenção do autor? (tomara sim)
(?)(?)(?)(?)(?)(?)(?)
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