A revista Veja destaca em sua capa e reportagem central o Google e sua tecnologia sempre inovadora, utilizada agora para quebrar mais uma barreira: a da língua. Operando um eficiente sistema que permite a tradução instantânea de textos escritos em 52 idiomas.
Uma biblioteca infinita, e ao alcance de todos.
Não, nem tanto.
A Revista Isto É, em sua última página, com artigo do Zeca Baleiro
(sempre excelente... - eita, menino bom!),
trata de um um ângulo muito pouco observado:
O Google, e tudo o mais que a internet oferece com apenas um
ou dois cliques é muito bom.... sim, não, nem sempre.
Como alerta Baleiro, é bom para quem tem "informação prévia” -
" quem tem filtros" – e, portanto, pode peneirar os difusos e infinitos dados postados. E é ruim e mesmo pernicioso para quem não tem esse aporte cultural.
Para se criar senso crítico, filtro essencial aos navegadores da hora, necessário dois pilares fundamentais : educação e cultura – artigos de luxo desprezados (ou ainda pior, ignorados) pela maioria que não tem a mínima idéia do seu valor.
“- De que vale ter acesso a informação se não há estofo para julgá-la(?)"... diz o Zeca, muito antenado.
Eu, assino embaixo.
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BALEIRO, Zeca. O Google, minha amiga Joana e o mundo. Isto É, nº2111, 28
abr. 2010. p.122
PAVÃO JR., Jadyr. A língua do Google. Veja, nº18, 5 maio 2010. p.122-131
terça-feira, 4 de maio de 2010
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