Mesmo que a gente chore, sorria e corra
Meu doce amor...
A vida está passando, indo-vindo
Para onde a gente for...
Mesmo que a vida pare, e eu nela não esteja
É tão lindo viver, meu amor!
A vida é um tempo de promessas, e de tanta festa
Que acaba dispersando a mente do seu real valor.
Mesmo que você não entenda
A minha conversa, eu não tenho pressa
Sei que um dia acordarás, e me entenderás,
A vida é espaço-tempo, que me traz tormentos,
Alegrias bobas, carentes de essência...
Mas sem elas não haveria a minha memória
- essa minha guia.
E eu não poderia encontrar presença, sem sentir ausências
Sem sentir-me só.
Eu não poderia entender o mundo se nele não houvesse
Um EU em perene em (des)construção.
Eu não saberia discernir a “vida”,
se nela não houvesse uma constante dualidade–animal
- duas estradas soltas que me levam no tempo-atemporal:
falo do bem e do mal....
Mesmo que a gente não saiba, não perceba,
A vida nos transforma, nos lapida pouco a pouco - sem alarde.
Até que o diamante bruto que somos
Se transforme... e possa compor o brilhante universo que do seu Infinito nos espera.
(?)(?)(?)(?)(?)(?)(?)
terça-feira, 19 de janeiro de 2010
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2 comentários:
que lindo..... de quem é????
Oi, sempre não tiver a fonte, o "escrito" é meu... Brigadão por elogiar... É um "desses" escritos de vapt-vupt...
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