sábado, 22 de agosto de 2009

Extinções em Massa

É fácil pensar sobre extinções em massa como eventos que, repentinamente, destroem muito da vida na Terra.

Na realidade, a maior parte das extinções em massa acontecem ao longo de milhões de anos.

Muitas plantas, animais e organismos microscópicos morrem gradualmente como resultado do estresse massivo no ecossistema. Isso eventualmente leva à extinção de muitas formas de vida.

Quando estudam essas extinções, os pesquisadores observam todas as formas de vida em grupos, usando classificações científicas.

Essas classificações organizam as formas de vida de acordo com características que elas têm em comum. Do maior para o menor, esses grupos são domínio, reino, filo, classe, ordem, família, gênero e espécie.

Os pesquisadores normalmente examinam como as extinções em massa afetaram as famílias e o gênero para determinar a extensão da extinção.

Pesquisadores discordam sobre exatamente quantas extinções em massa atingiram o planeta. No entanto, a maioria concorda que houve cinco extinções em massa principais.

Em cada uma dessas extinções em massa, algum tipo de evento causou extremo estresse nos ecossistemas do mundo.

Grandes grupos de animais morreram criando espaço para novas vidas. Após cada extinção em massa, novas espécies surgiram.

Os sobreviventes da extinção tiveram sucesso, tirando vantagem dos novos espaços e recursos disponíveis.

É por causa dessas extinções que a vida na Terra é como vemos hoje.
Entretanto, a Terra não vai se mostrar assim por muito tempo.

O Homem no processo de extinção hoje

Baseados na análise do registro fóssil, pesquisadores estimam que a maioria das espécies da Terra têm um tempo de vida de cerca de 10 milhões de anos.

É um ciclo progressivo de plantas, animais e organismos microscópicos, aparecendo no registro fóssil, permanecendo por cerca de 10 milhões de anos e desaparecendo
Mas hoje, a taxa de extinção parece estar entre 100 e 1.000 vezes maior, embora os números exatos sejam difíceis de ser definidos.

Ninguém sabe quantas espécies estão vivas hoje na Terra. Além disso, pode ser difícil ou impossível determinar se uma planta ou um animal desapareceu.

A causa principal dessas extinções não é o aquecimento global ou a chuva ácida, é a destruição do habitat.

Na medida que a população humana cresce e o planeta se torna mais industrializado, os habitats naturais de plantas e animais desaparecem.

As espécies que viviam nesses habitats morrem e o nível da biodiversidade diminui.
O desaparecimento de espécies de plantas e animais pode levar a tudo, desde à escassez de alimentos à baixa qualidade do solo.

O desaparecimento de organismos microscópicos também pode ter o seu papel. Por exemplo, uma teoria sobre a extinção Permiana-Triássica é que bactérias marinhas foram extintas e as bactérias que floresceram, como resultado disso, produziram sulfeto de hidrogênio (ácido sulfídrico) e causaram a chuva ácida.

O comportamento humano também está causando outros estresses do ecossistema, como a poluição, que pode ameaçar espécies com a extinção.

As mudanças globais, como o aquecimento global, também desempenham um papel na extinção.

Na teoria, enfrentar essas questões diminuiria a taxa de extinção, mas não está claro quanto tempo levaria para que as populações de plantas e animais voltassem ao normal.

Independente de saber se uma extinção em massa está se aproximando, os pesquisadores concordam que a destruição da biodiversidade tem impacto negativo nos ecossistemas.

O International Union for Conservation of Nature and Natural Resources (IUCN), que mantém a Lista vermelha de espécies ameaçadas (em inglês). Na lista vermelha de 2007, 16.306 espécies estão listadas como ameaçadas de extinção.

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(Tracy Wilson. "HowStuffWorks - Como funciona a extinção". Publicado em 10 de março de 2008 - atualizado em 27 de junho de 2008 – Disponível em http://ciencia.hsw.uol.com.br/extincao5.htm - 10 de abril de 2009 )

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