Uma matéria do Le Monde, afirma que mata-se muito no mundo pós-11 de setembro... de 2001.
Talvez essa afirmativa da matéria, seja pelo grande número de ataques terroristas, fortes ondas de violência, noticiadas com toques de trombeta - quase em tempo real -mundo afora.
Talvez porque a notícia seja para divulgar a descoberta de uma empresa de mercenários - ups!, criada por um ex-membro dos Navy Seals (Forças de Operações Especiais da Marinha dos EUA), cuja empresa, a Blackwater, obteve "ordens para matar em nome dos EUA" - assinando contratos secretos para operações secretas conhecidas apenas de Bush e mais uma meia dúzia de "elementos"
( - como é mesmo..? Ah, "os fins justificam os meios"... E não importa o hemisfério, o mote é esse mesmo...)
A matéria segue questionando os "valores" perdidos após a fatídica data. E até que ponto, essa licença para matar, reservada a soldados em missão pode ser confiada por dinheiro, a matadores profissionais.
Matar por matar - no tal olho por olho -, não deixará de ser ato insano, apenas porque o grupo matador é legitimado por um governo. Toda matança será castigada... diria o Nelson Rodrigues.
O que, concordo plenamente.
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Agora, falando da terrinha-Mãe ou Madrasta... Nas terras Brasilis está morrendo de morte "matada" - como diria algumas pessoas lá no meu rincão -, muito mais gente do que as mortes enfocadas no artigo. Ah, está, sim.
O sinistro, é que nem nos damos conta. Tá lá na esquina... então não é comigo!
Acorda, Brasil!
(?)(?)(?)(?)(?)(?)(?)
sexta-feira, 28 de agosto de 2009
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